A gente lê tudo
Perfil, site, anúncios, materiais impressos e os últimos noventa dias de publicação.
Criação e estratégia na mesma mesa, com um nome atrás de cada função. Se alguma coisa der errado, você sabe para quem ligar.
Um cuida da social, outro do tráfego, outro do design, outro do vídeo. Todos entregam o que foi pedido. Ninguém responde pelo conjunto. Quem costura é você, às onze da noite, no grupo do WhatsApp.
Quem responde
por isso tudo?
A bio diz outra. O cartão tem um terceiro logotipo. Cada peça está certa sozinha.
Chega uma arte no celular e a decisão vira gostei ou não gostei. Faltou critério escrito.
A mesma marca, o mesmo briefing, quatro reuniões. Você paga por cada uma delas.
E leva a senha, o arquivo aberto e o critério que nunca foi escrito em lugar nenhum.
Uma leitura escrita da sua comunicação, entregue em sete dias, que mostra onde ela está vazando entre fornecedores e em que ordem resolver. Você recebe o documento e decide o que fazer com ele.
Perfil, site, anúncios, materiais impressos e os últimos noventa dias de publicação.
Onde a mensagem quebra entre um fornecedor e outro, e o que isso custa hoje.
O critério escrito para aprovar ou recusar qualquer peça, sem depender de gosto.
Documento fechado, prioridades em ordem e uma conversa de uma hora para explicar.
Estas três estão escritas no nosso manual desde o primeiro dia, e valem para cliente novo e para cliente antigo.
Cobrar por quantidade de post transforma comunicação em produção de conteúdo. Um post com motivo vale mais que cinco preenchendo calendário.
Um calendário estratégico e personalizado, em que o motivo de cada peça é escrito antes de a arte começar.
Se a gente não consegue explicar por que uma arte foi aprovada, ela não sobe. Gosto não é argumento, nem o seu nem o nosso.
Todo material chega com o critério do lado, por escrito. Dá para discordar do critério, e não só da cor.
Toda função tem um nome. Você nunca vai receber a resposta de que o problema é do outro fornecedor.
Cada frente tem um nome e uma data ao lado. Quando algo atrasa, você sabe de quem cobrar sem precisar perguntar.
Cada um de nós tinha a sua. Uma cuidava da criação, a outra cuidava da estratégia. São duas metades que quase nunca sentam na mesma mesa.
Juntamos as duas numa só para que cada função tivesse um nome atrás dela. A GRM não fala do vão de fora. Ela nasceu fechando um.
Monta o plano e lê o número. Campanha, métrica e a ordem em que as coisas acontecem.
Se a pergunta é o que fazer primeiro e por quê, é com ela.
Dirige tudo que você vê. Imagem, vídeo, ilustração e comunicação visual.
Se a pergunta é como isso vai parecer, é com ele.
Você fala direto com a Lais ou com o Igor, sem intermediário e sem formulário de triagem. Conta o que está acontecendo com a sua comunicação e a gente responde se dá para ajudar.